16.10.11

O que fazemos - Comunidades Terapêuticas e Recuperação

Comunidades Terapêuticas

A Comunidade Vida e Paz dispõe de um programa de tratamento residencial, destinado prioritariamente a Pessoas Sem Abrigo toxicodependentes e/ou alcoólicas, com duração média de 6 a 12 meses.
Estruturado em duas unidades complementares (Primária e Secundária), cada uma das quais desenvolve-se por uma série de fases, comportando um conjunto diversificado de atividades (terapêuticas, ocupacionais, de capacitação/treino profissional, educativas etc.), previstas no Programa Terapêutico respetivo, tendo por objetivo a plena reabilitação do indivíduo com vista à sua reinserção.

Objetivo:
  • Libertar os utentes da toxicodependência e do alcoolismo;
  • Controlar as perturbações dos utentes no âmbito da saúde mental;
  • Reabilitar o indivíduo com vista à sua autonomia.

A Comunidade Vida e Paz dispõe de 2 Comunidades Terapêuticas com capacidade total para 135 utentes:

Comunidade Terapêutica da Tomada
Criada em 1993, com capacidade para 65 utentes.

Comunidade Terapêutica de Fátima
Criada em 1997, com capacidade para 70 utentes.


Programa de Recuperação

O programa de recuperação adotado pela Comunidade Vida e Paz pressupõe duas fases essenciais: tratamento e reinserção.
O modelo terapêutico vigente na instituição assenta na reestruturação global da Pessoa Sem Abrigo nas vertentes física, psicológica e espiritual por um período de aproximadamente 12 meses.
Compreende todo um trabalho desenvolvido por equipas multidisciplinares que acompanham a Pessoa Sem Abrigo desde a situação de exclusão social até à sua reinserção na sociedade.

O Modelo Minnesota baseia-se na filosofia dos Doze Passos dos Alcoólicos/Narcóticos Anónimos que ajuda a pessoa a modificar os seus comportamentos e atitudes e a responsabilizar-se pela sua recuperação.
O Modelo Hierárquico é composto por quatro fases: DESPERTAR, ASSUMIR, RESPONSABILIZAR-SE e RECONSTRUIR, desenvolvendo progressivamente as suas responsabilidades.
Integra o modelo terapêutico o desenvolvimento da espiritualidade como força interiormente vinculante.